Espírito da Cachaça

Cachaça Maria Izabel Carvalho

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Quantidade:

+-

Especificações

Envelhecimento

até 2 anos

Local

Paraty/RJ

Teor Alcóolico

44%

Madeira

Carvalho

Volume

700ml

Descrição
A Cachaça Maria Izabel Carvalho é uma cachaça envelhecida por até 2 anos em barris de Carvalho. Tem cor palha, aroma vegetal e fundo amadeirado. Untuosa, tem bom final na boca com fundo seco e ligeiro. É leve, macia e intensa na boca. o paladar pequenas nuanças de baunilha e aromas equilibrados.

Especificações

Prêmios

  • 2016 - 29ª colocada no 2º Ranking Cúpula da Cachaça

Informações do FabricanteA cachaça Maria Izabel é produzida pela Maria Izabel em um dos mais bonitos alambiques de Paraty, situado num rústico sítio à beira mar. Possui capacidade de produção de até 15.000 litros/ano. É a menor dos sete produtores que ainda fazem cachaça em Paraty, a cidade brasileira cujo nome no passado chegou a ser sinônimo de cachaça. Mas Maria Izabel é também a mais especial — e é por isso que a bebida que sai do seu alambique artesanal é única. A família de Maria Izabel sempre foi uma das mais importantes de Paraty. O produtor de cachaça era o bisavô, Francisco Lopes Costa, na altura numa fazenda chamada Bananal, mas a figura mais conhecida e popular é o seu avô, Samuel Costa, que foi também prefeito da cidade. em 2005, pelo que quando começou a fazer cachaça Maria Izabel moía a cana com a ajuda de um motor a diesel. Hoje já há eletricidade, mas ela tenta manter a sua produção tão artesanal quanto possível — só usa a cana que ela própria planta (num morro inclinado, “porque senão ela não consegue ter o teor alcoólico ideal”, e junto ao mar, “o que dizem que faz o diferencial da cachaça de Paraty”), e faz ela própria o fermento a partir de uma receita antiga à base de milho, que lhe foi passada por outro produtor local, Pedro Peroca. O alambique funciona com lenha. Depois de moída a cana, o caldo vai, por gravidade, para as dornas [cubas de aço inox], onde fica com o fermento durante 24 a 30 horas. Depois o caldo vai a ferver a 100 graus, o vapor vai subir, atravessa aquela panela e vai condensar. A cachaça vai sair aqui. A primeira cachaça vai fora, uma segunda parte é reservada e eventualmente usada para “limpar vidros, como se fosse um álcool”, e, no seu caso, ainda é retirada uma terceira parte. Tudo isto significa que durante a época de produção, com duas destilações por dia, “e se a cana estiver boa de açúcar”, de 500 litros de caldo saem 60 “de cachaça de boa qualidade”. Quando sai anda pelos 56 graus de álcool, mas o valor vai baixar até aos 44. Depois fica a repousar nas barricas. Uma parte é armazenada em tonéis de jequitibá, uma madeira que não tem qualquer interferência na cor, sabor ou aroma (essa é a chamada cachaça branca), e a outra é envelhecida em barricas de carvalho durante pelo menos 12 meses, o que lhe confere um tom mais dourado e um teor alcoólico mais baixo. Há ainda uma Reserva Especial, que pode ser provada por quem visita o alambique. Ao fim do seu estágio em madeira, a cachaça é engarrafada,e ganha o mais belo dos rótulos de cachaças de Paraty, desenhado pelo ilustrador Jeff Fisher, e oferta de Liz Calder, a criadora da FLIP, a Festa Literária de Paraty.

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