Espírito da Cachaça

Cachaça Ypioca 5 Chaves

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Especificações

Envelhecimento

--

Local

Fortaleza/CE

Teor Alcóolico

39%

Madeira

Carvalho e Castanheira

Volume

700ml

Descrição
É um blend de cachaças raras envelhecidas em barris de carvalho e castanheira. Um líquido raro e diferenciado muito bem avaliado pelos apreciadores de cachaça. Seu nome "Cinco chaves" dizem respeito aos segredos da produção: cuidado com a fermentação, tempo correto para o envelhecimento, talento na criação, qualidade da cana e precisão na destilação. A mistura desses 5 fatores fazem essa cachaça ter uma alta qualidade, misturando seu sabor frutado picante com diferentes aromas.

Especificações

Prêmios

  • 2016 – Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Sção Francisco

Informações do FabricanteYpióca é a marca de uma aguardente de cana, produzida no estado brasileiro do Ceará desde 1846 pela família Telles na cidade de Maranguape. A sede da empresa atualmente encontra-se em Fortaleza. A empresa surgiu com a vinda de Dario Telles de Menezes de Portugal em 1843. Fixou residência em Maranguape onde montou uma pequena destilaria que abastecia as bodegas da cidade. Em 1968 a Ypióca foi a primeira empresa a exportar cachaça para a Alemanha. Segundo a própria empresa o nome Ypióca vem do tupi-guarani e significa "terra roxa", uma alusão ao tipo de terra que é extremamente fértil e propícia para o cultivo da cana-de-açúcar. A família Telles de Menezes desembarca em 1843 no Ceará e logo adquire uma propriedade a 38 km da capital e a 6 km da Vila de Maranguape, entre a serra da Aratanha e a de Maranguape. local conhecido pelo nome de Ypióca, que em tupi-guarani significa terra-roxa. Os primeiros cultivos estavam dando prejuízo e Dario Telles de Menezes resolveu produzir cachaça, já que havia trazido de Portugal um pequeno alambique com a capacidade de produção de 30 litros por dia. Inicialmente, em 1844, foi preparado, utilizando-se apenas enxada, um hectare para o plantio da cana. Em 1846 foi destilado o primeiro litro de cachaça Ypióca.[3] Escravos foram substituídos em 1885 por trabalhadores livres, três anos antes da Abolição dos Escravos. Embora só viria a falecer em 1904, a propriedade é transferida para o filho Dario Borges Telles em 1895. A primeira providência no novo presidente foi adquirir moenda horizontal de ferro fundido, em substituição à vertical de madeira e logo depois inicia o envasamento da Ypióca em garrafas de vidro de 600 ml. Dario casa-se em 1903 com Eugênia Menescal Campos. Vindo a falecer em 1911, sua esposa, Dona Eugênia, assume a direção da empresa e desenvolve o primeiro rótulo da Ypióca.[4] Paulo Campos Telles, filho mais velho de Dario e Eugênia, aos 14 anos foi morar em Fortaleza para continuar os estudos. Durante o dia era balconista em uma loja de ferragens e estudava à noite, visitando a Ypióca nos fins de semana. Percebeu que a situação da empresa não ia bem e resolveu abandonar os estudos e ajudar. Sua primeira providência para implementar o faturamento foi preparar e vender toras de madeira, uma vez que os fogões eram movidos a lenha. O empreendimento foi um sucesso, tanto que logo já estava vendendo madeira até em Fortaleza. Este novo empreendimento permitiu liquidar todas as dívidas e ainda sobrava algum dinheiro em caixa. As áreas de onde tinham cortadas as árvores foram logo sendo plantadas com mais cana de açúcar. Em 1931 a produção de cachaça chegou a 120.000 litros, um recorde. Foi eleito prefeito de Maranguape em 1936 e em 1941 casa-se com Maria Augusta Ferreira, sendo que o filho, Everardo Ferreira Telles, nasceu em 1943. O casal teve também uma filha, Maria Eugênia Ferreira Telles. Em 1949 havia 30 produtores de cachaça em Maranguape e em 1996 apenas a Ypióca.[3] Paulo Campos introduziu outras inovações como a embalagem em litro, revestida com palha de carnaúba e com bico conta gotas. Além da distribuição de lenha também criou gado e cultivou arroz, feijão e milho tanto para o consumo como para venda. Durante a II Grerra Mundial abastece com frutas e legumes o exército norte americano sediado na Base Aérea do Pici, em Fortaleza. A primeira exportação oficial de cachaça do Brasil, em 1968, foi também efetuada durante sua gestão. Faleceu em 1978.

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